Um algoritmo para a nomenclatura de materiais
- Ana Gouveia
- 13 de dez. de 2025
- 1 min de leitura

Como chegar a um consenso do nome de cada material disponivel que chega e que deve sair e ser transportado para suas devidas localidades antes que a poluição tome conta da cidade é uma boa pergunta que devemos nos fazer.
O mundo do sim é questionado pelo não, e pelo fim. Pela nossa necessidade de reaver com cada substancia que entramos em contato antes de a mistura-la com outras em busca de novos elementos.
Por cada pessoa que um elemento passa, e por cada grupo de pessoas que substancias são apropriadas, a maneira em que são nomeadas é extensamente abstrata, alguns sugerem que podem ser chamadas devido a características que possuem, mas em alguns casos, alguns materiais talvez possuem nomes que fazem parte de um outro nicho linguístico pertencente a cada individuo.
Como memorizar o grande numero de substancias, com a o alto nível de trocas que podem e devem existir já que elas aparecem em diversas localidades e através das mãos de tantas e quantas pessoas, é um conhecimento poderosíssimo que se revela de alto potencial quando definimos aqueles que poderão nos guiar quanto ao uso e desuso de materiais locais e globais.
Por fim, reatemos com o que muitas cidades pequenas parecem ter como base para sua economia e vida social.
Uma coleta seletiva simples de apenas 5 materiais essenciais: Plástico, Papel, Metal, Vidro e Composto. Mas será que são esses os materiais mais recicláveis e consideráveis quanto a seleção do típico lixo nas vilas: é o que nos perguntamos.




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